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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Minas, último dia

Saímos de Tiradentes e seguimos para BH. Para nossa viagem não ficar tão cansativa, resolvemos dormir uma noite por lá e reservamos um quarto no Ímpar Suites. O quarto era muito limpo e confortável e bem equipado, mas o atendimento foi muito, muito ruim. Fiquei extremamente decepcionada, porque o hotel é super bem avaliado no Booking, mas não demos sorte. Ainda bem que ficamos uma noite só.

Aproveitamos esse último dia para conhecer dois dos principais pontos turísticos de Belzonte: a lagoa da Pampulha (que eu já conhecia) e o mercado central.

Aquela região da Pampulha é muito bonita, mas não sei se foi por conta do horário, estava bem deserta - teve uma hora que até fiquei com um medinho...





De lá fomos para o Mercado, mas não tiramos fotos. Confesso que me decepcionei um pouco porque achei o local pequeno, os boxes todos muito parecidos, com os mesmos produtos. Também, a gente acaba ficando com aquela referência do Mercadão de São Paulo, né? Aí fica difícil competir!

Apesar de BH ser uma capital boêmia, com muitos bares, nossa noite foi só de descanso mesmo.


domingo, 15 de janeiro de 2017

São João del Rei e Tiradentes

Nosso quarto dia de viagem* começou com um passeio a São João del Rei. A cidadezinha fica a cerca de meia hora de Tiradentes. Não considero um local imperdível no roteiro, mas rendeu lindas fotos de Lulu!

É também uma cidade um pouco maior e mais urbana, então, o deslocamento entre os pontos de interesse fica melhor de carro.



O passeio acabou se concentrando na Praça da Igreja de São Francisco, super bonita e bem cuidada.





O passeio acabou por tomar apenas um turno e voltamos para almoçar em Tiradentes. Depois do almoço resolvemos descansar para aproveitar um pouco melhor a noite. Valeu a pena! 

Tava um friozinho bom e comemos um fondue delicioso no Monastério, para nos despedirmos dessa cidadezinha também deliciosa! Aliás, esse restaurante vale a pena! É lindo e aconchegante, ótimo para um jantar romântico (que não foi o nosso caso).

muito romantismo em nosso jantar <3
O dia seguinte foi dia de zarpar para BH, mas não resistimos a um último rolezinho em Tiradentes!

*viagem realizada em agosto/2013



sábado, 14 de janeiro de 2017

Congonhas e Tiradentes

Nosso terceiro dia de viagem começou com um passeio para Congonhas. Mais um dia lindo que favoreceu o passeio. A cidade estava meio vazia e chegando lá, fomos diretamente à Basílica do Senhor Bom Jesus de Matosinhos. Ela fica na parte mais alta da cidade e tem, na parte externa, as esculturas dos 12 profetas de Aleijadinho. De lá também se tem uma bonita vista da cidade.

 

Antes de seguirmos nossa viagem rumo a Tiradentes, tomamos um sorvetinho e curtimos o dolce far niente na praça em frente à igreja.



Cerca de 2h de carro depois chegamos a Tiradentes e fomo procurar a nossa pousada. Ela estava muito bem avaliada no Booking, mas fica muito distante do centro e, numa cidade como Tiradentes, depender de carro é péssimo! A Pousada Casa de Maria fica dentro de um condomínio residencial. É uma casa mesmo, com poucos quartos, todos amplos, mas com estrutura muito simples. Apesar da ótima recepção que tivemos pelo antigo proprietário, não é uma opção que eu recomendaria.

Depois de nos instalarmos, saímos para almoçar e dar um rolé pela cidade. Estacionamento não é algo tão fácil, mas conseguimos deixar o carro perto do restaurante, que infelizmente não lembro o nome.






Eu gostei muito da cidade. Ela é bem mais plana que Ouro Preto, o que torna os passeios menos cansativos. Também tem um clima de balneário, mesmo sem ter praia. Muitos turistas transitando, lojinhas, restaurantes etc. Pegamos um friozinho gostoso com dias de céu muito azul!

À noite jantamos no Templário. A comida não era nada demais, mas as mesinhas do lado de fora com os aquecedores ligados são muito convidativas. Infelizmente, quando começou a música ao vivo, já estava na nossa hora de ir. Além do nosso cansaço, a pequerrucha já estava caindo pelas tabelas!


quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Ouro Preto

Continuando nosso passeio por Ouro Preto*, o dia seguinte também foi de muito sol e céu azul. Nos perdemos pelas ladeiras, num passeio muito legal.



Aproveitamos o dia para visitar a Casa dos Contos, que tem entrada gratuita e muita coisa bacana para ser vista. Atrás do museu existe uma pequena trilha na mata, que também é interessante para os pequenos.


Depois do passeio fomos à estação ferroviária pegar o trem para Mariana. 


O trem conserva as características antigas internamente e é bem lento, mas a viagem não é demorada. Quando fomos, a paisagem do caminho não estava tão bem cuidada, mas, novamente, é um passeio que vale a pena com crianças.

Em Mariana almoçamos (não vale a pena indicar o restaurante) e saímos para um passeio a pé. O sol castigou bastante, especialmente subindo e descendo ladeira com muitos quilos no colo.



Juro que não fomos nós!
uma menina, uma moleca
vista panorâmica de Mariana
Com o cansaço, chegamos à estação para pegar o trem de volta mais cedo. Graças a Deus, havia sombra e um parquinho onde Lulu ficou entretida.




À noite, mortos de cansaço, saímos apenas para comer alguma coisa. E comemos a pior pizza da vida! Ainda bem que nem me lembro o nome do local! Depois, só descansar, porque no dia seguinte ainda haveria muito a percorrer!

*viagem realizada em agosto/2013

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Pé na Estrada... Real de Minas!*

Os nossos destinos de férias geralmente são escolhidos pela oportunidade. Uma combinação de passagens baratas com boas opções de hospedagem. Nessa viagem não foi diferente. Conseguimos passagens para BH por R$ 600,00 ida e volta, para nós três. E Lulu já tinha mais de dois anos. Resolvemos então conhecer as cidades históricas de Minas!

Assim que chegamos em Confins, o aeroporto estava meio caótico e empoeirado por causa das obras para a Copa, mas pegamos logo o carro e seguimos diretamente para Ouro Preto. Embora a distância não seja tão grande, a viagem é demorada, pois a estrada é extremamente sinuosa. Quem senta no carona pode facilmente enjoar (no retorno, Lulu chegou a vomitar).

Ouro Preto nos recebeu com um céu lindo!


Nos hospedamos na Pousada Minas Gerais. A pousada é muito charmosa, com quartos amplos e bem perto do Centro. Como desvantagens, apenas o quarto frio e as escadas.

Depois de deixarmos as bagagens, fomos passear pela cidade. O dia lindo colaborou bastante com a paisagem!





Percorrer as ruas de Ouro Preto, apesar das ladeiras, é muito fácil. Pode-se conhecer a cidade num curtíssimo espaço de tempo, mas é gostoso entrar e sair de lojinhas, aproveitar os pátios e gramados, especialmente com crianças.

A nossa decepção com a cidade foi no quesito gastronomia. Não sei se fomos mal orientados, mas só comemos bem em um único restaurante, que foi o Bené da Flauta, onde jantamos logo no primeiro dia (mas é preciso preparar o bolso, pois é bem caro!).

Nós no Bené da Flauta
O dia seguinte continuou com mais passeio por Ouro Preto, mas isso é assunto para outro post.


*viagem realizada em agosto/2013

terça-feira, 12 de junho de 2007

Diário de Bordo - BH

E lá fui eu pra mais uma viagem. Mais um concurso fora da minha terra. Fora os gastos, mais do que a experiência que sempre se adquire, tem as experiências que se vivencia...

Lá fui eu no sábado rumo às Minas Gerais. Ciente de uma prova difícil me esperando no domingo, mas com espaço sobrando na mala para várias coisas que voltariam comigo mesmo sem ter ido.

Já conheci vários mineiros em vários lugares e sempre tive uma impressão ótima deles, aquele pessoal boa praça, solícito etc (mesmo sabendo qua as moçoilas se preocupam demais com a aparência pelas bandas de lá). Então, fui super animada após muitas pesquisas na internet e dicas valiosas da Alê.

Chegamos em BH eu e Marcinha, mais tarde do que imáginávamos e a jornada começou com um taxista que não respondeu ao bom dia. mas tudo bem, pelo menos nos levou direto ao destino sem voltas desnecessárias.

Chegando ao hotel, o choque. Era bizarro. Viva o photoshop, nem tudo que reluz é mesmo ouro. E o Hotel Amazonas Palace é a prova disso. Um prédio velho, feio e mal cuidado com funcionários mal humorados e desorganizados. Nunca vi tanta falta de boa vontade. Ok, talvez tenha visto sim - em São Paulo.

Subimos ao quarto no 12º andar e apesar de feio, pelo menos as roupas de cama e banho eram bem limpas.

Fomos almoçar, comprar umas coisas de comer para mais tarde e para a prova e depois de guardarmos as coisas num frigobar modelo 1962, fomos conhecer o Parque Municipal. É bem bonitinho e conservado. Achei muito legal ver as crianças correndo e brincando. O dia estava lindo e não fazia calor.

Mas a sensação mesmo do parque foi o pipoqueiro. Nossa, o cara é show!! Pra começar, o seu carrinho de pipocas era cheio de folhetos sobre a programação cultural da cidade. Ele nos fez um relato completo do que estava acontecendo, indicou horários, trajetos e custos. Sensacional!

Pegamos um trenzinho que dá a volta no parque e depois fomos ao Palácio das Artes. Niemeyer se denuncia no primeiro traço. O "elefante branco" é simples e lindo. Eu diria simplesmente lindo.

Deu pra ver duas exposições, mas pena que a do Ziraldo só ía começar nessa semana... :(

Voltamos a pé e cansadas. Confesso que fiquei com um pouco de medo, mas tudo correu bem e resolvemos descansar até o dia seguinte.

Acordar cedo numa manhã fria de domingo não é a melhor opção numa viagem, mas como não tínhamos opção, foi o que fizemos. Descemos pro salão do café e encontramos outros concurseiros. Uns tensos, outros tranquilos, acho que estávamos entre os tranquilos...

Mas algo quase conseguiu abalar a minha tranquilidade. Estava lá preparando o meu cafezinho pra não ter sono, quando de repente emerge na minha xícara uma baratinha. AAAAAHHHHHH! Pedi para a simpática moça levar a xícara, respirei fundo e, acreditem, preparei outro café. Definitivamente não dava pra ir fazer prova em jejum.

A prova foi difícil. Como é tradicional em Minas. Mas não me assustei tanto, tava dentro do esperado. O pitoresco foi ver mulheres de trench coat e saltos agulha indo fazer prova. Como eu estava?? Calça jenas, camiseta e tênis, afinal, depois da prova a feira hippie me esperava.

Fiquei encantada com a feira hippie. Tem muita coisa legal a preços módicos. Deu pra fazer umas comprinhas, mas pra mim mesma, apenas uma pulseirinha... Pena que não deu pra ver mais coisas, pois pouco mais de uma hora depois que chegamos as barracas já começavam a ser desarmadas.

Voltamos pro hotel com nossos pacotes e resolvemos nos poupar para uma bordejada noturna. Sushi Beer na Savassi, um lugar legal e enooooorme!

Na segunda tava programada uma viagem a Ouro Preto com uma amiga de Marcinha. Eu não fazia idéia de que era tão perto de BH. Chegamos na rodoviárias às 8h e não havia mais passagens. Só para as 10h, sendo que a viagem iria durar 2h. Poxa, 2h de ida e 2h de volta para passarmos apenas 5h por lá não valia a pena. Resolvemos então passear por BH mesmo.

Fomos para a Pampulha. A igrejinha de São Francisco de Assis é mesmo uma graça (Niemeyer + Portinari), mas não abre às segundas. Outra coisa que achei esquisito foi cobrarem ingresso para a visitação. Onde já se viu cobrar pra entrar em igreja??? E olhe que de igreja os soteropolitanos entendem. Nem a de São Francisco aqui em Salvador que é toda revestida de ouro internamente cobra ingresso.

De lá resolvemos ir na torre da Alta Vista. Mas lá, novamente, ingresso! R$ 5 pra subir uma torrezinha espelhada e ver a cidade. Um absurdo! (eu sei que devíamos ter ido na Praça do Papa...) Em Brasília não se paga nada pra subir na torre de tv e aqui, o Elevador Lacerda custa R$ 0,10. Resultado: não subimos e tiramos umas fotos de lá do primeiro andar mesmo.

Uma brincadeira da mãe de Lu (amiga de Marcinha) nos rendeu a viagem a Ouro Preto. Pelo mesmo preço que pagaríamos na viagem de ônibus, o taxista topou nos levar lá e nos trazer de volta, é claro!

Almoçamos uma comidinha mineira, e de cara fomos numa feirinha de artesanato! Aí foi que deixei meu dinheirinho todo em Ouro Preto!! Quanta coisa linda na feirinha!!!! Tudo em pedra sabão, tudo muito lindo e muito barato, me acabei!!!! A cidade é muito bonitinha, achei mais bonita até do que Olinda (Sorry, Baby, é uma questão de gosto...), tem um astral massa! Apenas uma coisa incomodou um pouco: o tráfego intenso de veículos, inclusive, ônibus! Marcinha disse que quando for promotora vai tomar uma providência!!! Como é que o IPHAN permite isso? Mas, por outro lado, não permitir a circulação de ônibus tornaria a vida dos habitantes de Ouro Preto meio inviável...

Outra coisa que chamou a atenção em Ouro Preto foi o atendimento nos lugares. Beeeem melhor que em BH. Acho que por ser uma cidade turística, as pessoas têm mais consciência da importância de ser gentil e afável. Mas mesmo assim não tem jeito: povo igual ao nordestino não existe! Pode até não ter tanta lapidação e profissionalismo, mas a gente sai bem mais feliz!

Mas de um modo geral valeu a pena. Voltei de Minas com mais dois pontinhos preenchidos no mapa e muitas coisitas na bagagem!