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terça-feira, 20 de novembro de 2012

22.06.2012 - Bruxelas e o episódio dramático

Conseguimos acordar cedo, tomamos nosso café da manhã no quarto com as compras da delicatessen (o café do hotel era 21 euros por cabeça - trop cher!) e, enquanto Beto tomava banho, essa pessoa que vos fala acidentalmente formatou o cartão de memória da câmera.

Momento de choro, tremedeira, desespero.

Apaguei T-O-D-A-S as fotos da viagem. Sabem o que é o mundo cair? Foi assim que eu me senti. A vontade que nos deu foi de voltar imediatamente pra casa (não sem antes cogitar hipóteses loucas como voltar para Amsterdam e fotografar tudo de novo).

Mas eu não me conformava que esse processo fosse irreversível, não é possível! Desci para buscar uma resposta na internet e, para meu alívio, descobri que há alguns programas que fazem a recuperação das imagens. #ficadica

A partir daí, o que se sucedeu foi uma via sacra para tentar essa recuperação. Quase conseguimos, mas o computador do hotel só tinha 8Gb de memória disponível e nós tínhamos 15Gb de fotos para salvar. Depois até compramos um pen drive, mas o processo de recuperação demora tanto (1h), que ficamos com vergonha de ocupar novamente o computador do hotel, mesmo pagando 20/hora.

Depois desse balde de água gelada, com uma gota de água morna, resolvemos ir pegar logo nosso trem para Bruges. 

Adeus, Bruxelas! Quem sabe um dia a gente possa se conhecer melhor!

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

21.06.2012 - 7° dia - Bruxelas

Bem, eu não terei muito a contar sobre Bruxelas e logo vocês saberão por que.

Pegamos o trem por volta do meio-dia novamente. As passagens custaram 64 euros as duas, e a viagem saindo de Haia, dura 2h.

eu e Lulu no trem
A experiência de viajar de trem por aqui foi bem diferente da de Paris. Aqui funciona mais como um metrô: você compra o bilhete e pega o trem em qualquer horário - normalmente o primeiro que passar. Isso significa que não há lugar marcado. Significa, na verdade, que não há sequer lugar garantido! Esse trem para a Bélgica foi lotado! Tinha (muita) gente sentada no chão do corredor! Outro fato curioso foi que nas duas viagens ninguém nos cobrou os bilhetes (mas nós compramos!!!).

Fizemos check in no hotel umas 15:30 e fomos dar um passeio. A impressão que tivemos é que Bruxelas está mais para Paris que para Amsterdam. A cidade é bem grande e tem um inconfundível ar de metrópole (que se nota, inclusive, pelas pessoas mais apressadas).

Mont des Arts
Outra coisa é que o inglês lá não é tão comum quanto em Amsterdam. Os idiomas são o francês e o flamengo.

Passeamos pela Av. Toison D'or, Place du Palais, Mont des Arts e Parc de Bruxelles. Perto do nosso hotel havia restaurantes bem bonitinhos, mas nosso jantar saiu mesmo foi da delicatessen.

Palais du Roi

E o nosso conhecimento da cidade parou por aí porque no dia seguinte aconteceu um episódio dramático...

(assunto para um próximo post!)