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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Em 2017 quero

ler mais
viajar mais
estudar mais
rir mais
cozinhar mais
me cuidar mais
suar mais
escrever mais

comer menos
procrastinar menos
falar menos
reclamar menos
gritar menos

sem mais. sem mas.

domingo, 4 de dezembro de 2016

Este blog parou em junho de 2014. Quando eu ainda era mãe de apenas uma e já não dava conta de atualizar isso aqui como eu gostaria. Mas nunca quis abandonar o blog, especialmente pelos registros de como minha cabeça funcionava aos 20 e poucos e, mais ainda, pelos meus preciosos registros de viagem.

É por esses, que tentarei voltar a escrever. Não tenho muita coisa manuscrita, mas queria ver por aqui três viagens importantes que vieram depois de Portugal: Estrada Real de Minas, Chile e Orlando. Se a memória colaborar, ainda vai rolar Alagoas, Goiás e um pouquinho de Ceará. O problema é que eu tenho TOC: não quero falar dessas sem terminar Portugal e sem seguir a ordem cronológica. Vamos ver no que vai dar!

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Hoje tive uma reunião de trabalho bem difícil . Engraçado que desde sempre os desgastes emocionais têm um impacto físico sobre mim, estou me sentindo exausta!

Quando temos uma relação profissional que se mistura com relações pessoais, como amizade, tudo pode ficar bem mais difícil. Até porque o confronto de visões de mundo diferentes pode causar algum desconforto e mudança da visão que temos do outro...

Mas até que esse é um bom exercício: lidar com as diferenças, saber separar as coisas. Será que vamos conseguir?

terça-feira, 19 de março de 2013

Promessas de novos hábitos

Esse ano não fiz promessas de ano novo. Na verdade, faz um tempo que ando numa vibe "deixa a vida me levar". Sem muitos planos pro futuro, vou vivendo e seguindo. Se - como tudo na vida - isso tem um lado bom, tem também um muito ruim: eu andava meio escrava da rotina. Muita coisa pra fazer, pouco tempo pra dar conta e algumas coisas importantes foram ficando de lado, em especial, os cuidados com a minha casa, comigo, com meu lazer.

Daí tomei algumas resoluções. A primeira foi participar de um grupo e seguir um método de organização da casa. Só me adaptei a ele pois o lema diz: sua casa não ficou bagunçada em um dia, e não será em um dia que ela ficará arrumada. Pois bem, estou seguindo nos meus baby steps, tentando adquirir novos hábitos, um de cada vez.

Outra resolução que tomei desde o ano passado foi "use o que você tem". As coisas precisam ter utilidade! Se não gosto ou não uso passo adiante, sou totalmente desapegada. Mas se gosto, que tal usar??? Acreditam que passei muito tempo sem usar perfume? Pura displicência. Voltei a usar. E também os hidratantes que estão quase vencendo no armário. As maquiagens ainda estão no básico porque tenho muita coisa pra usar, mas pouco tempo para me arrumar.

A outra resolução que precisa (e vem tendo) apoio do marido é: vamos mudar nossos hábitos alimentares. Ele tem paladar de criança. Eu gosto de coisas saudáveis, mas gosto de porcaria também, então, vamos também nos baby steps, (re)inserindo novos hábitos, um de cada vez.

Uma coisa que preciso trabalhar e ainda tenho um pouco de dificuldade é dar prioridade às prioridades. Sou meio procrastinadora e acabo fazendo o que prefiro antes de fazer o que é mais urgente, mas confesso que, por mais que eu tente, ainda é mais forte que eu!

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Coluna do meio

Outro dia li um texto da Catarina, com o qual me identifiquei muito. Falava sobre alguns posicionamentos acerca do ser mãe - o maternismo e seu extremo oposto - e o fato de se encaixar na coluna do meio. As, segundo ela, "mais ou menos mãe", que é o nosso caso. 

Na minha lista de blogs favoritos ali ao lado, existe um blog sobre maternidade que eu gostava muito. Ultimamente a leitura já não me é tão prazerosa, por achar que a autora vem mudando ao longo do tempo seu posicionamentos e algumas coisas me parecem meio xiitas. Ela não coloca nada como verdade absoluta, apenas como a sua verdade, mas é que Narciso acha feio o que não é espelho, e eu fui me desencantando... (que fique claro que o Narciso aqui sou eu!).

Por outro lado, não o retirei dos favoritos e sigo lendo-o. Por que?

Porque embora não seja eu uma pessoa radical na maioria dos aspectos da minha vida, especialmente no que diz respeito à maternidade, essas posturas mais radicais sobre como criar filhos me convidam à reflexão e é justamente por conta disso que consigo ser coluna do meio, ou mais ou menos mãe.

Por mais que eu não queira criar filhos com total liberdade, desvinculados da escola, de pressões adultas e só comendo comida natureba, eu também não quero criar filhos (por enquanto, só filha) fúteis, competitivos, consumistas e obesos.

Pois é, sigo aqui na corda bamba, tentando ser coluna do meio. Só espero que não dê zebra!

segunda-feira, 12 de março de 2012

Eu preciso escrever. Eu nem ordenei as ideias direito ainda, mas é uma necessidade. É tanta correria que não tenho nem com quem desabafar mesmo as coisas mais miúdas. O pobre do marido acaba ouvindo a mesma ladainha todo dia!

O universo conspira mesmo, é um fato. E eu pedi tanto, pedi tanto trabalho para esse ano, que veio tanto trabalho junto que eu tô quase pedindo penico. Do final de fevereiro até o final de março vai ser um mês in-tei-ri-nho sem um diazinho de folga sequer. E tem várias coisas envolvidas. 

Não tô reclamando do trabalho, mas tinha que ser tudo de uma vez? Entre final de janeiro e final de abril totalizarei 6 turmas de cursinho, fora as duas que tenho lá na faculdade. Enlouquecedor. É pau puro! E pra preparar aula, já teve noite em que dormi apenas 2h. E não, não tive a mínima chance de repor esse sono depois.

Tô ingressando nesse ramo de cursinho agora. Paga melhor que a faculdade, não tem que fazer nem corrigir prova. Mas tem que preparar material. E tem que lidar com aluno estressado e com aluno cri-cri. Meu amigo  querido que me trouxe pra essa me disse que vou tirar tudo de letra, que eu tenho carisma. Será? Sei não...

Estou em dois cursos. Em um deles a turma é muito bacana, mas são 5h de aula de uma vez, às vezes 9h em um dia! E esse dia é sábado. Punk

No outro curso, de maior fama, a estrutura é boa, mas os alunos são meio difíceis. E o curso me questiona. Isso me incomoda. Não gosto que questionem o meu trabalho. Podem até questionar meus resultados, mas na questão trabalho, pra mim, é confia ou não confia. Não me importo que ouçam os alunos, passem uma avaliação se quiserem e até decidam me dispensar se eu não agradei, mas ficar questionando meus métodos é muito chato. 

Pois é, não sei se essa é a minha praia...

Além disso e além do cansaço tem a saudade da minha princesa. Ela vai muito bem na creche, obrigada, mas queria estar com ela algumas noites ou nos finais de semana. Tem sido tão raro... Ainda bem que acaba logo!

O mesmo amigo querido ali de cima, brincando comigo falou: "se não 'guenta, por que veio?". Pois é, ainda estou tentando descobrir!

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Entreciclos

Deus é muito bom comigo. As coisas de repente acontecem e mesmo que não sejam a maior maravilha do mundo, sou sempre grata pelas oportunidades.

Minha vida está bem sui generis se eu for considerar a maioria das pessoas do meu convívio, mas estou encarando como uma fase, uma entressafra, ou, como eu intitulei, um entreciclo.

Minha casa está meio caótica - não tenho vocação pra tarefas domésticas e as detesto, inclusive. Tenho que preparar um material extenso para daqui a menos de um mês. Tenho que cuidar de Luíza e tudo que a envolve, o que, apesar de prazeroso, é cansativo (não apenas fisicamente, diga-se) e toma muito quase todo meu tempo. Tenho que administrar a falta de dinheiro e as cobranças - que não são de contas a pagar. Tenho que lidar com dúvidas e ansiedade. Tenho que imaginar logísticas. É, não tá fácil! Mas poderia ser pior.

No meio de tudo isso, uma ponta de desejo de deixar a faculdade em que eu ensino. Porque é muito longe e porque eu praticamente pago pra trabalhar. Mas por enquanto não posso me dar a esse luxo e também eu simplesmente gosto. E como eu disse que Deus é bom comigo ele me mandou um sinal pra alegrar meu fim de ano e me avisar que 2012 será melhor: em e-mail de um aluno que me emocionou:
Estimada Professora,
Segue em anexo atividade solicitada em sala de aula.
Gostaria de sauda-lá com um breve discurso de Matrhin Luther King, declamado na posse do 1º Presidente negro na história dos Estados Unidos:
 
"É melhor tentar e falhar
Que ver a vida passar,
É melhor tentar ainda que em vão,
Que sentar-se esperando até o final.
Eu prefiro na chuva andar,
Que em dias tristes em casa me esconder.
Eu prefiro AMAR,
Que viver em conformidade com a vida."
Aproveito a oportunidade para fazer um declaração:"Definitivamente tenho o maior prazer em reconheçer que a Senhora é minha professora preferida. Obrigado pela atenção, sabedoria e paciência aplicadas às tuas sábias lições". Já estou sentindo muita saudade. Ao longo desse recesso, encontrarei um tempo na solidão da minha consciência, para rogar aos anjos, para me presentear, nos próximos semestres, com tuas sábias aulas.
Alguém tem dúvida?
"É preciso ter o caos dentro de si para poder dar à luz uma estrela dançante"


Update:
o aluno manda email tocante e quando vc vai corrigir o trabalho, é um plágio. já pode chorar?

sexta-feira, 15 de abril de 2011

pra ontem

Sempre ouvi minha mãe me dizer que eu era muito imediatista. No princípio não compreendia bem sua crítica, mas hoje a assumo com total propriedade. Marido nunca usou esse termo, mas de vez em quando diz algo no mesmo sentido. Como contestar?

Essa característica que por tantas vezes incomoda, tantas outras é solução para muita coisa. Por um lado, faz de mim autoritária; por outro, me sobrecarrega. Era minha mãe quem também sempre dizia: "quem quer faz, quem não quer manda".

Eu só peço uma, no máximo, duas vezes. Não me atendeu, vou lá e faço. Não tenho paciência para esperar a boa vontade do outro quando posso eu mesma tomar as rédeas da situação, ainda que com algum sacrifício.


E vejo, confirmando os clichês, que só a força da mulher mesmo para aguentar todos os trancos!

Agora veja a proporção que isso toma  na gravidez! Estou com uma imensa barriga de oito meses, ainda trabalhando, no mesmo ritmo de antes, mas se não sou eu a tomar a frente de diversas situações, as coisas se arrastam pra uma solução intempestiva.

Se ele ler isso aqui, com certeza vai se chatear, mas já guardo esse desabafo há algum tempo. Conviver é, ao mesmo tempo, difícil e maravilhoso, como concluímos outro dia eu e uma amiga.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Que livro você é?

Vi os resultados da Lívia e da Nati e fiquei curiosa também pra fazer o teste. Assim como elas, adorei o resultado! Drummond é meu poeta preferido! Estou impressionada de ver como o teste tão pequeno pode refletir personalidades tão diferentes!


quer fazer o teste também? clique aqui.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Rapidinhas

Pouco a pouco trazendo minhas coisas para minha nova casinha. Isso implica ter que abrir mão de algumas coisas, desapego!

eu hoje joguei tanta coisa fora
lendo seus bilhetes
eu penso no que eu fiz
cartas e fotografias
gente que foi embora
a casa fica bem melhor assim...

A parte mais difícil foi pensar no que fazer com as minhas 3 caixas de cartas e bilhetinhos desde 1991. Ainda não terminei a tarefa mas o meu critério foi baseado na leitura: li quase tudo e o que me remetia a alguma coisa ou trazia mensagens queridas de pessoas ainda presentes na minha vida ficava, o resto, infelizmente, foi pro lixo....

Outra parte difícil: as fotos. Não dá pra trazer tudo. Mas essas tenho pena de jogar fora, então o que não vier, ficará sob a guarda de mamis (embora ela ainda não saiba disso). Isso inclui as fotos das viagens com o ex...

***

Hoje vou retomar os estudos. Já resolvemos quase tudo do casamento e estamos nos ajustes finais da casa que se prepara para receber mais uma moradora.

***

Lei seca
TOTALMENTE A FAVOOOOOOOOOOORRRR!!!! Em vez de reclamar da lei, devíamos exigir transporte público de mais qualidade e segurança nas ruas. E tenho dito.

sexta-feira, 7 de março de 2008

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

a resposta que não se dá

Eu já disse umas 500 vezes aqui o quanto eu sou falastrona. Isso é uma coisa que me incomoda um pouco porque às vezes não consigo ficar calada quando deveria...

Falo e me arrependo. Esse falar não é daquele de falo na cara mesmo e fu..., não! É dar opiniões demais, contar histórias demais... Peco pelo excesso.

Já há algum tempo que venho me trabalhando pra falar menos. Ouvir mais. Saber calar. Tenho melhorado muito e me alegro com a possibilidade dessa melhora ser algo contínuo.

Agora mesmo tá rolando uma discussão lá no orkut e as pessoas não sabem usar as palavras. Vi algumas injustiças que me incomodaram, mas dessa vez eu me calei, não vale a pena... tem gente que adora uma picuinha e às vezes até sem querer a gente acaba entrando na onda...

Mas minha virtude a partir de agora vai ser a temperança!!!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Se eu fosse...

música, eu seria meio bossa nova e rock n roll
comida, eu seria uma sobremesa - de preferência gelada, crocante e cremosa!
dança, eu seria salsa - eu gostaria de ser um xote, mas não sou assim tão light...
cor, eu seria verde pistache - é a que mais me identifico nos últimos tempos
cheiro, eu seria um bem marcante, tipo cheiro de tangerina...
flor, eu seria uma gérbera - grande, alegre e colorida!
filme, eu seria Diários de Motocicleta - tem um pouco de cada coisa importante na vida
estação do ano, eu seria a primavera - apesar de tudo, eu sou temperada...
carro, eu seria um escort xr3 conversível amarelo - esse carro é o máximo!!! hehehe
animal, eu seria um cavalo - não pelas cavalices, mas pelas corridas com vento no rosto...
um elemento, eu seria a água - não sei por que, i just feel it
uma hora do dia, eu seria o entardecer - uma linda transição...
uma pedra, eu seria um diamante - não pelo valor, mas pela beleza e pela capacidade de refletir a luz!
sentimento, eu seria o amor - porque metade de mim é amor e a outra também...

*conforme listinha da neurótica

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Aff! Eu queria saber em que momento eu me tornei uma pessoa medrosa...
Ou será que eu nunca fui mesmo corajosa???

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Sobressaltos

Há algum tempo que tô pra escrever sobre isso e sempre deixo pra depois. Na verdade, não há muito o que falar, talvez seja mais um desabafo...

Hoje sinto que a pior coisa do mundo é viver sobressaltada. Pronta para se assustar com tudo a qualquer momento, ter medo de qualquer ruído, não relaxar nem um segundo quando se está na rua.

Eu estou assim. Isso é terrível. Tudo começou por causa daquele assaltozinho bobo que eu sofri. Digo bobo porque não teve arma, não teve violência física, o que já é uma sorte diante do caos em que estamos vivendo...

Mas é que ouço tantas coisas que não consigo relaxar. A perversidade do ser humano é algo que me assusta muito e eu não quero ser alvo dela...


segunda-feira, 13 de agosto de 2007

you can say i'm a dreamer

Eu sou uma incorrigível sonhadora. Sonho, faço planos, prospecções, idealizo. Só esqueço de avisar a mim mesma que nem sempre é tudo do jeito que eu gostaria. Aí só me resta respirar fundo, chorar um pouquinho, buscar novas alternativas e aprender a aceitá-las!

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

xô vitimite!

Tava meio tristinha porque tava espereando uma coisa que fosse me dar uma tranquilidade e essa coisa não veio :(
Ok, sem conseguir me livrar muito da vitimite (síndrome de vítima), nada costuma vir muito fácil pra mim mesmo...
Mas como disse a Paula, tenho muitos motivos pra ficar contente, não tenho o direito de reclamar, né?
Tenho o tesouro mais precioso do universo: amo e sou amada! O resto é consequência!!!!!!!!



quinta-feira, 12 de julho de 2007

em boca fechada não entra mosca

Quem fala o que quer, ouve o que não quer - já diz o ditado. E eu não aprendo!! Na verdade, tô parecendo aqueles caras da propaganda da skol que vivem tomando choque na geladeira! Não é à toa que está ali o item 61 da minha lista...
Ok, falhei dessa vez! Nem foi tão grave assim, mas eu podia ter passado sem essa...

domingo, 8 de julho de 2007

Cabeça na lua, pés no chão

Às vezes eu sou meio doida. Às vezes eu gosto de ser, às vezes não. Às vezes eu não sei distinguir a tpm da não tpm. Às vezes faço elucubrações totalmente nonsense para Betico, mas completamente fundamentadas para mim. Às vezes eu fico muito triste, mas às vezes fico feliz sem motivo. Às vezes odeio por quase um segundo depois amo mais (herbert é um gênio). Às vezes quero ser a bala que matou Kennedy, às vezes apenas o cocô do cavalo do bandido. Às vezes eu sou o anjo, às vezes o diabinho, mas nem vem com essa de dizer que eu sou inconstante... isso aí eu não sou não!!!!


***

Hoje cumpri mais uma tarefa da listinha: n.22. Escrevi uma carta enooorme para D. Eliana. Minha mão até doeu!!! Levei quase 3 dias pra pôr no correio: não se render às modernidades as veezs é difícil... não dava pra passar um fax?????


terça-feira, 29 de maio de 2007

Para ser feliz, marque a alternativa correta

Sempre fui de fazer muitos planos. Gosto de tudo organizadinho. Mas, apesar de ser relativamente metódica, parei de fazer algumas projeções. Porque fazer projeções significa ter que encarar mais frustrações. Não temos o controle da vida, não dá pra decidir como será realmente o futuro, dá, no máximo, pra decidir como não vai ser.

Tenho incorporado bem aos poucos a filosofia do laissez-faire. Isso não impede que eu tenha crises de ansiedade, mas me deixa mais resignada e certa de que tudo na vida se resolve e sempre existem diferentes alternativas.

Meu digníssimo consorte sempre diz que todos temos muitos talentos e possibilidades e que nem sequer temos conhecimento disso. Ele tem razão. E é nessa multiplicidade toda que estão os diferentes caminhos para a felicidade.

E seja lá qual for o caminho escolhido, o que é de fato importante? Ter o amor presente na sua vida (do companheiro, dos amigos, da família...), ter saúde para curtir os momentos de lazer e prazer, sentir-se útil com seu trabalho, libertar o coração e a mente de sentimentos pequenos e mesquinhos, essas coisas...

Dá pra ter tudo isso sem muito esforço e muito sofrimento, apesar de que eles são também importantes justamente para que essas "pequenas" coisas sejam valorizadas.

Não sou desprendida o suficiente para descartar os prazeres materiais, mas até esses nos oferecem diferentes formas de desfrutá-los, cabe a nós escolher e aproveitar a mais adequada!